Em dia histórico, Fábio Trad pede Congresso unido em prol da pacificação dos ânimos

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04/04/2018
Deputado advertiu que acirramento dos extremos opostos do espectro político pode desaguar em radicalismos danosos para o Estado Democrático de Direito
Deputado advertiu que acirramento dos extremos opostos do espectro político pode desaguar em radicalismos danosos para o Estado Democrático de Direito

Na tribuna, parlamentar disse que tarefa de pacificar os espíritos radicais dependerá muito da posição e dos discursos dos deputados no plenário nos próximos dias

 

“Seja qual for a decisão da Suprema Corte sobre o ex-presidente Lula hoje, o Poder Legislativo não pode fugir à responsabilidade de protagonizar politicamente a tarefa de apontar caminhos para a superação desse ambiente de radicalização, polarização e ódio político no País”. Com esta sentença o deputado federal Fábio Trad (PSD-MS) iniciou seu discurso na tribuna do plenário da Câmara na manhã desta quarta-feira (4), um dia histórico para a Nação, que encontra-se dividida e com os ânimos a flor da pele em relação ao tema.

 

De acordo com ele, o acirramento dos extremos opostos do espectro político pode sim desaguar em radicalismos danosos para o Estado Democrático de Direito e a tarefa de pacificar os espíritos radicais dependerá muito da posição e dos discursos dos deputados no plenário nos próximos dias.

 

“Apostar na radicalização tão somente para capturar votos dos mais extremados à esquerda ou à direita seria uma insensatez pessoal e uma temeridade. A proximidade das eleições não pode alimentar nesta Casa discursos oportunistas ou exacerbações ideológicas fundadas em chavões simplistas e superficiais. Ao contrário, cabe a nós sensatez política e reflexão ponderada para a pacificação dos ânimos”, advertiu.

 

Por fim, Fábio Trad relembrou a importância do Congresso Nacional  em outros momentos históricos da Nação. “Temos que honrar a história do Parlamento brasileiro, não nos acovardar para estar sempre à altura desta Casa. É o mínimo que a Nação espera de nós”.