Artigos Filosofia

23/05/2011
SER – SENTIDO !

TOC! TOC! TOC!

EI, VOCÊ ! SIM, VOCÊ MESMO! SER-SENTIDO!

JÁ CHEIROU AS CHUVAS DAS MADRUGADAS ?

JÁ OUVIU O LAMENTO DE UMA LÁGRIMA ANÔNIMA ?

BEIJOU OS LÁBIOS DE SUAS DÚVIDAS ?

SORVEU O DOCE DAS PALAVRAS ÁCIDAS?

APASCENTOU REBANHOS? ENGOLIU SECAS FRUSTRAÇÕES?

DIVIDIU SEU POUCO? DRIBLOU SUAS MORTES?

NÃO ?

AH!, MAS COM CERTEZA, JÁ CHEIROU, OUVIU, BEIJOU, SORVEU, APASCENTOU, ENGOLIU, DIVIDIU E DRIBLOU AS MIUDEZAS DE ROTINAS MEDÍOCRES DE UMA EXISTÊNCIA SEM VIDA, NÃO É?

POIS É! O QUE ACHA DISSO ? OLHE PARA TRÁS: O QUE VÊ ? O QUE OUVE ? O QUE SENTE ?

MÚSICA? OCO SILÊNCIO.

GOSTO, CHEIRO ? VAZIO FECHADO.

SENTIDO ? NENHUM.

ESTE É O PONTO; ESTE É O POSTO : BAILAR OS SENTIDOS NA FRÁGIL TESSITURA DA VIDA, PORQUE NO MILAGRE DA EXISTÊNCIA NINGUÉM NASCEU PARA SER ÓBVIO!


 
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